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19.2.18

La! La! Lab

Nos dias de hoje, com as máquinas fotográficas postas a um canto ou reservadas para os profissionais ou para os fotógrafos amadores metidos a profissionais, o telemóvel passou a ser o aparelho que grava momentos e ao mesmo tempo o álbum da nossa vida. A desvantagem é que as fotografias se vão acumulando aos milhares e quando damos por ela, se queremos relembrar algum momento em especial, torna-se uma tarefa morosa de fazer doer os olhos. Se no passado a pessoa escolhia muito bem os momentos para fotografar, que 24 fotos num rolo não davam para nada e custavam dinheiro, hoje em dia os momentos realmente importantes de registar juntam-se a fotos repetidas de comida, em grupos de 5, a fotos de idas às urgências, de selfies, iguais em grupos de 20, e registos de looks, e sapatos fotografados de cima para baixo. É uma tarefa tal que acabava sempre comigo a ir buscar os óculos.  Para evitar tal, eu arranjei o parceiro ideal das minhas fotos de vida, que vou usando de tempos a tempos para manter os melhores momentos sempre por perto e fáceis de encontrar. 

Os smartphones tornaram-nos preguiçosos e habituaram-nos a ter tudo na palma da mão pelo que me fazia sentido que a forma de transformar pixeis em papel fosse também feita numa aplicação no telemóvel - a LALALAB.

imprimir fotos smartphone

A aplicação é levezinha e muito simples de usar. Tem uma imagem muito bonita e divertida e oferece diversas opções de impressão de fotografias. Desde as clássicas impressões, em vários tamanhos, às impressões tipo polaróide, os imans ou até os álbuns completos. Eu sou fã das tipo polaróide e antes da nossa viagem já sabia que quando voltasse queria gravar em papel fotográfico os nossos momentos em Paris para os guardar num álbum feito por mim (um simples caderno com colagens e comentários amorosos mas na sua maioria tontos e disparatados...como eu). Hoje foi dia de reunir todas as nossas memórias impressas em pequeninas fotografias (as de menor tamanho disponível) e as organizar no tal álbum relembrando os tantos momentos maravilhosos e risotas pegadas.

A entrega também é rápida e as fotografias vêm sempre muito bem embaladas e protegidas por envelopes lindos. Depois, como é sabido que toda a gente gosta duma boa promoçãozinha ou oferta, com a nossa encomenda vem sempre um presentinho para usar depois e um código para partilhar com amigos, dando-lhes a oportunidade de experimentar a aplicação com 5€ de desconto.

O meu código de partilha é este PG07N5NS e podem abusar dele à vontade (que ganham vocês desconto e eu também).

Se não quiserem usar o código só por pirraça (que o mundo das redes sociais por estes dias está cheia de "pirracentos") não o façam mas experimentem mesmo a aplicação porque vão adorar os resultados... Principalmente se forem do tempo das polaróides e dos rolos de revelação como eu.
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17.2.18

Orquídeas piores que gatos!


Recebi uma orquídea de presente. Vinha toda florida e fresca e adorei recebê-la mas já tinha ouvido dizer que eram plantas um bocadinho difíceis de manter, pelo que me tive de ir informar e apetrechar do melhor para tratar deste novo habitante florido da nossa casa.

Não estava era à espera que fossem plantas tão esquisitinhas e exigentes... aposto que são Virgem de signo.

Fui numa de auto-didacta aqui a uma mega loja de jardinagem e bricolage da zona e peguei num vaso, lindo, cor de  rosa, numas pastilhas para adubar e um saco de substrato, com desenho de orquídeas na embalagem. Antes de seguir para a caixa, como me senti tão ignorante em relação ao assunto orquídeas, achei que não fazia mal perguntar a um colaborador algumas coisas sobre esta exótica planta...

"Recebi uma orquídea de presente. Acha que a deva mudar de vaso."

Antes de começar a responder o rapaz levantou muito as sobrancelhas, ao ponto de quase as encostar à raiz do cabelo, e isso fez-me prever que estava a tocar num assunto sensível.

"Bem... pode e não pode. Se por um lado pode ser boa ideia para que a raiz tenha mais espaço... por outro as orquídeas não gostam muito de mudanças."

"Ah ok... (Percebi que era um tiro no escuro) E a terra é desta que parece que nem é terra?"

"Sim, é um substrato específico para elas.
Ah, sim...E esse vaso não dá! Tem de ser um vaso transparente, temos uns apropriados para o efeito.
Não a tenha sob luz directa mas elas gostam de luz...
Tem de encontrar o lugar que ela goste e deixá-la lá sem lhe mexer muito...
Pode correr bem como pode correr mal.
E ponha-lhe umas gotas, entre regas, para adubar.
Quando cair as flores não lhe mexa, só pode cortar os caules quando estes tiverem secos... deixe-a estar e dará flor no ano seguinte.
Mas também pode não dar flor no ano seguinte..."

Agora era eu que estava com as sobrancelhas coladas à raiz do cabelo e a pensar que devia ter gravado a explicação porque de certeza que me escapou alguma coisa...

"Bolas!! Ter uma orquídea é pior que ter um gato?" Saiu-me naturalmente.

Passou talvez uma semana e a minha orquídea continua florida e bonita mas todos os dias acordo à espera de a encontrar vitíma de morte súbita.

Se alguém desse lado tiver dicas jeitosas e práticas para cuidar de orquídeas agradeço, tanto, a partilha.

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15.2.18

Ginásios desisti.


Os ginásios, e talvez como tantas ou quase todas as coisas na vida, geram pensamentos e comportamentos tão diferentes ao longo da nossa vida... Pelo menos da minha sim.

A adolescência foi o meu primeiro contacto com os ginásios e eram na altura, para mim, um sitio fixe para ir mas onde eu me sentia sempre muito desconfortável. Ora porque estavam cheios de jeitosos, homens nitidamente mais velhos que eu, instrutores com cabeças tão inchadas que pareciam balões meteorológicos ou mulherões cheios de curvas, das boas, dentro de fatos completos de lycra. Mas também, e principalmente, porque ficava o tempo todo constrangida nas aulas de grupo quando ia a malta toda para a direita e eu a saltitar para a esquerda. Nessa altura cheguei a ser frequente no ginásio, o que significa 4 mesinhos de casa vez mas depois mudei de cidade e o ginásio ficou para trás.

Passei por outros ginásios ao longo dos anos mas nunca mantive uma relação de grande lealdade com nenhum. Disse para mim, tantas vezes, é desta Andreia!! É desta que vais começar a ir ao ginásio 3 vezes por semana. Mas sabem que mais!? Desisti de acreditar nisso. Mas vivo bem com isso.

Os ginásios vão ser sempre assim na minha vida. Vou lá quando me apetece. Quando lá vou sinto-me fantástica, cheia de energia e sempre com vontade de voltar mas se acordar numa semana que estou mais virada para cozinhar ou para pôr as séries televisivas em dia, não há ginásio que me arraste até ele. E por vezes passam-se meses até lá voltar, tanto tempo que não será de estranhar que no regresso faça figuras de totó como daquela vez que coloquei o volante da bicicleta de cycling ao contrário, ou da outra (que por acaso calhou no mesmo dia) que tentei insistentemente introduzir o meu código para inscrição nas aulas e sou informada que o código mudou... há muiiito tempo.

O bom da minha relação com o ginásio, hoje em dia, é que para além de me dar um bem estar imenso e uns glúteos mais firmes é um local onde não me sinto nada constrangida... mas isso deve ser o que se chama crescer. Se houver, desse lado do monitor, adolescentes que se sintam desconfortáveis no ginásio, como eu me sentia, não sintam. Afinal estamos lá todas para o mesmo e entre nós, as cotas e as miúdas, são vocês que têm carnes rijas e a renovação celular acelerada a vosso favor. Se vos parecer, que as cotas, são mais boazonas é só porque as lycras põem todos os pedacinhos de flacidez e celulite no seu devido lugar... Transformando-nos em cotas com coxas de Beyonce ou rabos de J.Lo. Para além disso os instrutores hoje em dia, não parecem tirados de agências de manequins (e provavelmente na minha altura também não pareciam mas as minhas hormonas adolescentes não me deixavam ver a realidade) e se se enganarem nas aulas de grupo hão-de reparar que os enganos cabem à maioria e as gordurinhas não queimam mais depressa para quem acerta sempre na coreografia.
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13.2.18

Aquele truque que impressiona todas as papilas.

Apesar de eu ser a primeira a adorar fazer receitas que demoram um dia inteiro a preparar. Como os dias inteiros são escassos, e há dias que só permitem pouco mais de uma hora de cozinha, eu tenho sempre umas "receitas" truque. Quase que não podem levar todas as letras da palavra receita, porque são mais pequenos acompanhamentos. Eles acompanham ou temperam bem jantares com amigos inesperados ou comida feita em 30 minutos. E são fogo de artifício para qualquer papila gustativa. 

Partilho a primeira, que não demora mais de 15 minutos a fazer e é excelente para temperar sopas de legumes, caldos de carne, peixe, um simples molho de tomate, a temperar uma salada de alface, sementes e feta, um ovo escalfado... Pensem onde ficaria bem linguiça (e não vale dizer tudo só porque gostas muito dum bom chouriço) e acrescentem-lhe esta...


Linguiça Perfumada de Gengibre

4 pessoas
pré-aquecer forno a 170ºC

ingredientes
1/2 linguiça cortada em cubinhos pequenos
1 c. sopa de gengibre fresco ralado no momento
Raspa de 1 limão pequeno
Sumo de 1/2 limão.

preparação
Num pirex pequeno, próprio para o forno, juntar todos os ingredientes, envolvendo-os, e levar ao forno pré-aquecido cerca de 10 minutos.

Chorizo and ginger

Pronto!

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12.2.18

De cerâmica, porcelana, vidro ou madeira... Que importa?! Eu gosto é de pratos!

Se tivesse que pensar um bocadinho a sério sobre as minhas dependências teria de assumir que os pratos são o meu calcanhar de aquiles... Serão talvez a razão que um dia ainda me vai levar para o Pratólicos Anónimos. Quando é que transferi a minha loucura por sapatos para os pratos? Acho que numa altura, há uns poucos de anos, quando o vicio por sapatos deixou de ser financeiramente comportável, ao ponto de se passarem meses sem ter dinheiro para comprar nenhuns. Perceba-se que não estou a chorar sobre o assunto!! E por essa altura, surgiram os pratos.  Podia ter pratos novos todos os meses, afinal de contas há-os dos 1€ até aos milhares de euros (imagino). Cá em casa são sempre comprados aos dois de cada vez... o que faz sentido já que 350 dias dos 365 do ano somos dois. Nos outros 15 dias os nossos amigos e familiares já se habituaram a mesas ecléticas com pratos de cores, formas e estilos salteados. Naturalmente que, quando compro novos 2 pratos, tenho em mente a conjugação com os pratos cá de casa... Digamos que as minhas mesas para as visitas são parecidas com um desfile de moda... pratos diferentes dois a dois mas que parecem saídos da mesma colecção.

Os de madeira eram uma falha na minha cozinha e andava à procura de uns há meses!! Sorte que os Deuses das Fadas do Lar está sempre atento aos meus desejos e arranja sempre forma de me cruzar com os pratos que sonho. Lá estavam eles... Ao lado de uma feira de vinhos, queijos e enchidos, num topo de hipermercado a piscar-me o olho com toda a sua beleza (e ainda para mais com preços cortados 25%).

"Vou só à loja buscar dois pratinhos de madeira que andava há imenso tempo à procura... São tão lindos" (e sim, imaginem esta frase com um ar de criança que acabou de encontrar o brinquedo preferido)

"Mais pratos?!?"

"São de madeira. Não temos!"

Na conversa com o meu marido já eu sabia que ia trazer quatro pratinhos de madeira... Mas é daquele tipo de omissão que fazemos para evitar sofrimento desnecessário. Um bocadinho quando compramos (mesmo que seja pago com o dinheiro do nosso trabalho) uma peça de roupa nova de 59,99€ e lhes dizemos que custou 50€.

Wood Plates

E assim, vieram para a minha cozinha quatro novos habitantes (os mais resistentes pratos, à prova de lascadas e quedas no chão). Dois médios e dois de mais pequenos. Ficaram lá tantos outros que queria ter trazido, e ainda mais umas quantas tábuas de servir maravilhosas mas a contenção é uma das minhas maiores virtudes adquiridas. 

Estes são portugueses, da Gradirripas, uma empresa de 1885, já aqui do lado, em Santarém. A arte da criação é portuguesa, assim como a madeira de pinheiro que serve de matéria-prima. E ainda há uma preocupação especial na proveniência dessa madeira. Garantindo que provém de madeireiras sustentáveis e controladas. 

Acreditem que já vi MUITOOOOOS pratos de madeira por esse Instagram culinário fora e estes são sem dúvida dos mais bonitos e bem acabadinhos que já vi.
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7.2.18

Um bocadinho de Paris



Sim, fomos a Paris e prometi mais alguns pormenores sobre a experiência mas depois dei por mim a pensar no que partilhar. Como ando numa fase que o único esforço que compensa é levantar pesos no ginásio, cheguei à conclusão que há pouco para partilhar porque vivi tão intensamente esses 4 dias que devo ter gasto quase todos os cartuchos todos a viver e menos deles a gravar momentos que recorde para partilhar.

Ainda assim, gostaria de responder a algumas questões que já me fizeram...

"Como foi, gostaste?!

Adorei!!! Repetia mil vezes e de certeza que vou repetir. Principalmente porque ficaram tantos sítios por visitar e muitos mais restaurantes, cervejarias e padarias por visitar.

"Paris é tão romântico quanto dizem?"

Essa pergunta deixou-me meio engasgada... tendo sido até a minha resposta um pouco frouxa... "Humm, tão romântica quanto outro local onde passeei com o Rui." Não posso dizer com certeza absoluta porque não achei Paris particularmente romântica mas desconfio seriamente que é porque todos os meus dias são românticos. Desculpem lá se me cruzei com a verdadeira cara metade que me faz sempre, todos os dias, sentir como a mulher mais amada e especial deste mundo... Digamos que na pontuação do romantismo será algo assim... Rui - 100 pontos / Paris - 20. Demos muito beijinhos? Sim demos muitos mais beijinhos mas só porque no dia a dia não estamos tantas horas juntos e quando nos visitamos no trabalho um do outro os beijinhos são dados em modo infracção, de fugida e a olhar para o lado.

"Qual foi o teu momento favorito"

Uiii!!! Tantos. Ver o quarto do Corcunda de Notre-Dame, a vista da Torre Eiffel e as suas palpitantes luzes, os 18 km a pé com pausas para "cafés creme", que me custavam tanto como 1 semana de bicas, e claro claro todos os momentos que comi naquela cidade...

"Viste muitas ratazanas?"

Nem uma rata!! Nem nas notícias dei por elas. Mas houve uma amiga que a meio da viagem me alertou para a "invasão de ratazanas", junto ao Sena, e à conta dela no dia que fizemos a margem esquerda do rio, à noite, a pé houve uma folha ou duas a rolar no chão, com o vento, que me fizeram soltar uns gritinhos.

Algum conselho?

Só um. Se parecer que ao primeiro vislumbre da Torre Eiffel, ela está por perto não acreditem. A Torre é MUITO MUITO grande e esse parecer costuma significar que ainda têm mais uma hora de caminho pela frente.

E agora só para colorir um pouco o momento, algumas fotografias...


Eu sei que não foi autorizada mas não resisti. Amo-te <3




 




 



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29.1.18

"O Leão mostra a sua raça" até num simples moinho de sal.

Peugeot para mim era só carros e como tal, não figurava das marcas que me despertavam qualquer interesse. Até que num destes dias, dei com uma curiosidade no guia de Paris que comprei para preparar a nossa escapadela de 4 dias, nesta semana, à cidade das luzes. Dizia o guia, na secção compras, que os famosos, considerados como os melhores do mundo, moinhos de especiarias eram nascidos em Paris, à mão da marca Peugeot. Já de regresso numa pesquisa rápida descobri que muito antes de sequer pensar fazer veículos já a marca era a rainha dos moinhos de café, em 1810!!! 

Mas continuando... no guia havia dois artigos de qualidade francesa que me despertaram a vontade de comprar - as facas, que eu já conhecia por terem excelentes lâminas, e os moinhos, que me deixaram um bocadinho desconfiada... talvez pela associação que se faz logo à marca. Mas depois lembrei-me "a Mercedes também é conhecida pelos carros e faz excelentes perfumes.".

Entre a possibilidade de compra de uma faca ou de um moinho, na nossa viagem em Paris surgiu a conversa cá em casa:

"As facas de lá são muito boas... Podia trazer uma, o que achas?"
"Estás a brincar?! Acho que facas é exactamente o artigo número um que não podes trazer na bagagem de mão." E bombas pensei eu.

A realidade é que, para além da óbvia infracção que seria tentar carregar uma faca de chefe de 20cm na bagagem de mão, Portugal também tem das melhores marcas de facas do mundo. 
Mas os moinhos ficaram a tilintar na minha cabeça, apesar de não ter feito nenhum plano para os encontrar.

Não foi preciso... Encontraram-me eles a mim na Avenida Champs-Ellyse. Porque o meu companheiro de viagem, que também tem a designação amor da minha vida, é assim maluquinho por carros tornando-se visita obrigatória as lojas das várias marcas de automóveis que se iam cruzando connosco. Mais ainda, porque as lojas são totalmente diferentes das que temos em Portugal. São muito mais espaços de exposição, galerias, lojas de artigos (desde as roupas, passando pela joalharia e até aos carros). Lá entramos na da Peugeot, já eu não me lembrava dos moinhos e ainda estava na desconfiança de que fossem assim um artigo tão especial da marca, quando, depois de abrir o casaco e mostrar a mala pela 13ª vez naquele dia ao segurança da entrada, olho em frente e vejo uma parede de cima abaixo repleta dos mais lindos moinhos de especiarias. E pronto! A partir daí nem a presença, logo ali ao lado da prateleira, do automobilista Sébastian Loeb, me distraiu da minha missão...

Grinder Peugeot



Ei-lo!! O mais lindo e perfeito moinho de sal, que já está na minha cozinha e já fez as honras de temperar receita minha, ontem à noite. Assim que os vi percebi pelo toque e acabamento que estava diante de artigo de muita qualidade mas assim que pus a cabecinha deste meu moinho a rodar compreendi o porquê da garantia vitalícia do mecanismo, a garantia de 5 anos do exterior e os 35€ que deixei na loja em Paris. E não estranho nada que me apeteça assim que possível continuar a colecção. Para os tolinhos da cozinha, como eu, é sem dúvida o utensílio que deve estar no top das vossa lista de desejos.

Um certo senhor cá em casa perguntava-me se era mesmo melhor que os outros moinhos. Ao que respondi "É como me perguntares se o Seat Leon é mais potente que o Porsche 911 Turbo." e a conversa ficou por aí.

(Hoje dei por mim a pensar "Andreia quando é que começaste a ser a pessoa que compra utensílios de cozinha em vez de sapatos, quando vais de viagem?!")
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